sábado, 7 de fevereiro de 2009

Laissez moi te dessiner dans a desert

le desert de mon couer.

Através dos dias, das passagens do luar, muitas coisas ficam.

Ficam dores, passam amores, entram histórias, criam-se lembranças.



Lembranças.




E ao meu redor havia quadros, quadros grandes, pequenos, enormes quadros espalhados por todas as paredes, de lado a lado, quase tocando o distante teto do salão.
Eu sempre fui do tipo que gosta de museus, livrarias, exposições e afins.
O lugar era enorme e de fácil acesso, andávamos pelos corredores admirando os mais diversos tipos de arte. Esculturas, desenhos, textos. Tudo muito bem colocado por seja lá quem for que tem um ótimo gosto para arte.
Tinha coisas lá que eu ainda não tinha visto. Como o dia lá fora estava chuvoso resolvemos ver tudo.
Uma das coisas era uma ponte suspensa, cuja vista era impressionantemente alta e assustadora, eu só fui até a metade, ela não foi.
No primeiro subsolo tinha fotos, fotos enormes da áfrica ou de algo relativo a ela. Vimos tudo, passamos por uma fonte engraçada, fomos até a cafeteria do museu. Tomamos um café. Quente, gostoso.
Adoro aquele lugar, é tão bonito, tão bem feito.
Tanta paz mora naquele lugar.


Todo dia uma imagem bem feita de uma vida bem vivida.



Me & Julie

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